26.5.14

Baby Bum 2014

Oi gente, tudo bem?
Já fazia algum tempo que eu tinha vontade de conhecer a Baby Bum, mas nunca dava certo... ou caía em alguma data já ocupada, ou simplesmente eu estava com enxoval feito e nada mais a comprar.
Bem, este ano eu resolvi fuçar. Nem se fosse para comprar nada, eu tinha de ver qual era o bafafá em torno desta feira.
A Baby Bum é uma feira que reúne fabricantes de itens infantis modernos e descolados, como roupas, livros, brinquedos, importados e até comidinhas. Esta edição de inverno aconteceu entre os dias 22 e 25 de maio, num espaço de eventos na Vila Leopoldina. 
Lá fui eu numa sexta-feira chuvosa, foragida do escritório e disposta a garimpar novidades e pechinchas. 
Não foi difícil chegar ao local, e nem o trânsito recorde desanimou. Deixei meu carro no manobrista do evento, por módicos R$ 28,00 (afe). E comecei a circular nos coloridos corredores. Logo fui instruída sobre o "esquema": você reserva os itens nas lojas, recebe um cupom e paga no caixa único. Depois é só retirar as sacolas em cada local. Fica fácil, porque os cupons são das cores das ruas aonde ficam as lojas, ou seja, siga aquela cor e pronto.
Devo avisar que existem alguns itens caros, aparentemente no mesmo preço da loja, e você logo percebe que estes lugares ficam vazios. O pessoal quer comprar roupa de qualidade, itens diferentes, com preços bons.
Vamos aos achados:
- Dani Lessa: comprei um roupão LINDO para a Beatriz de coelho cinza, bem fofinho e confortável para as "viagens" entre banheiro e quarto. As sacolas de fraldas e malas eram muito lindas, aliás, lindo o trabalho da Dani.
- ChocoBaby: especialista em aluguel e venda de vestidos de festa e fantasias para as meninas. Um mais lindo que o outro. A fantasia da Elsa estava exposta e acabara de ser alugada. Simplesmente um luxo! Eu apaixonei e levei o vestido rosa para o meu bichão fofo.
- Gerana Brinquedos: Eu sou fã de brinquedos de madeira, especialmente blocos de montar. E depois que vi que a Beatriz está bem nesta fase, não tive dúvidas e trouxe um dominó de cores para casa. Está sendo sucesso!
- Duds BB: eu me APAIXONEI pelos ponchos de bichinhos e acabei levando a macaquinha. Por que será, hein? Rs... 
- Baby Stuff: já fazia tempo que eu queria uma almofada de pescoço para a cabeça dela não tombar na cadeirinha do carro e acabei encontrando uma da Jeep nesta loja, de elefantinho. Muito fofa e num preço ótimo. Se você for à loja física deles, passe direto e batido pela Ri Pô Pi, que é carésima e caretésima, e entre na Baby Stuff sem pensar.
- Laçaroty: já sou "freguesa" desta loja e tive a oportunidade de conhecer a dona e artista destas fofuras. Super recomendo. Acabei comprando, além dos laços, a escovinha para tirar nós do cabelo com mais facilidade. Adorei!
- L'Enfant Du Rock: o rock corre nas nossas veias e com a Beatriz não poderia ser diferente. Arrematei 3 camisetas - uma delas da Rita Lee - e um jegging, que fica muito fofo na pequena. 
Valeu a visita e eu pretendo ir na edição verão!
Espero que tenham gostado!
XO



 

19.5.14

Pequeno diário de viagem - Parte 3

Oi gente, tudo bem?
Vamos retomar o pequeno guia de viagem com uma das melhores partes: a comida! Esta era uma das partes que mais me preocupava com relação à viagem, porque a Beatriz estava com dificuldades para comer por conta do nascimento de seis dentes de uma só vez. Imaginei que fôssemos dar seu almoço no hotel e, depois, sairíamos para comer naquele horário tipo "almojanta".
Partindo disto, conheci o Empório da Papinha e descobri que havia distribuidores dele em Floripa. Assim que chegamos, corri para comprar algumas unidades e aproveitei para comprar algumas lindas frutas orgânicas para os lanches. As papinhas e as refeições "singles" são feitas com produtos orgânicos, pouco sal, sem conservantes e outros "antes", e são ultracongeladas, ou seja, duram por até seis meses em freezer doméstico. Além disso, são muito gostosas e nos deram bastante conforto quando rolou aquele cansaço e bode geral, rs.
Sim, foram ótimas nos momentos de bode, porque a Beatriz nos surpreendeu e fez quase todas as suas refeições com a gente, nos restaurantes, sentadinha no cadeirão. Em algumas delas, tivemos de recorrer ao "vídeo mágico", ou seja, alguns episódios da Peppa ou do Elmo para amenizar a espera. No geral, foi ótimo. Ela comeu peixes fresquíssimos, com sabor inexistente em qualquer peixaria em São Paulo, e experimentou batatas fritas, o êxtase. Comeu até salada de tomate e arroz branco, sucesso total. Recomendo esta experiência, porque dividir a refeição com a minha filha foi o melhor momento da viagem.
Vamos aos locais:
Barracuda (Lagoa da Conceição): tem um espaço Kids excelente, e a Beatriz tomou conta do lugar, porque só estávamos nós no restaurante. Eu pedi meia sequência de camarão e substituí o peixe do cardápio por linguado grelhado. Ela comeu quase o filé todo, com batatas e pirão. E reclamou quando acabou.
Casa do Chico (Lagoa da Conceição): fomos duas vezes. Na primeira, ela comeu frango grelhado com o pai e, na segunda, o peixe grelhado na minha sequência de camarão. Foi o peixe que ela menos gostou e, realmente, não estava dos melhores... 
Barba Negra (Lagoa da Conceição): certamente, a melhor sequência de camarão. Os empanados estavam sequinhos, o peixe grelhado estava excelente e o molho de camarão também. Beatriz amou o peixe, comeu salada, arroz, batata e depois capotou no carro. Sucesso.
Porto do Contrato (Ribeirão da Ilha): neste dia, a Beatriz almoçou no hotel e fomos mais tarde para o restaurante, porque ele é distante, cerca de 45 minutos de carro. Ela beliscou o frango grelhado do pai e alguns polvilhos. Capotou na volta. O lugar é lindo, super aconchegante e a comida é excelente. Eu comi a sequência de ostras "Ostrentação" e recomendo. Bem, eu amo ostras, rsrs.
 

Pátio Salvoro (Canto da Lagoa): excelente surpresa em Floripa, este restaurante italiano nos conquistou. Pedimos provoleta de entrada e eu dividi com a Beatriz um filé mignon com penne a bolognesa. Eu saí perdendo na divisão, porque ela detonou o prato e realmente foi um dos melhores que já comi. Ganhou de muita cantina tradicional em São Paulo. 
Fizemos duas refeições nos shoppings, uma no Floripa Shopping e outra no Iguatemi de Florianópolis. Em uma delas apelamos para o Vienna. Montei um prato para a Beatriz com peixe grelhado, batatas assadas e arroz de brócolis. Coloquei uma saladinha e deu certo. No dia do desespero (o dia em que chegamos) foi a salvação. 
No Floripa, conheci o Suco Bagaço, que tem sucos e saladas de frutas feitas na hora, bem fresquinhas, sem açúcar, adoçantes, ou coisas artificiais. Outra salvação para os devoradores de frutas, como o meu bichão.
Espero que tenham gostado!!
XO

11.5.14

Feliz Dia das Mães!!

Todo dia é dia das mães, não é, gente? Mãe é tudo nessa vida e, quem tem ela por perto, conta com ela, desabafa, ajuda e, bem, acaba perdoando os erros que ela com certeza cometeu. Afinal, quem não comete erros?
Vi o dia todo posts falando sobre "o amor de mãe", o único que seria incondicional. 
Eu não sei o que é isso. Não sei mesmo. E não sei se conseguiria adjetivar um sentimento tão forte de "incondicional". Parece-me uma palavra tão racional, que não combina com sentimento.
"Ah, mas é para dizer que mãe ama apesar de tudo, independente de qualquer coisa." 
Eu amo a minha mãe. Eu amo meu pai. Eu amo meus avós e minha mãedrasta. Eu amo a minha filha. Eu amo o meu marido. Simples assim.
Amor é simples. Você ama e pronto. E apenas completando: se você não se amar, não será capaz de amar mais ninguém. Seja esse amor incondicional ou não.
Aprendi isso a duras penas. Meus maiores professores são meu marido e minha filha. Aliás, minha filha me ensinou a me amar como mulher, coisa que eu nunca consegui enxergar ou entender. 
O amor é pleno, é puro, é inocente, é simples.
Feliz dia das mães!!

Vinícius de Moraes - Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

6.5.14

My body, my rules

Meu corpo, minhas regras.
Faz um tempo que "o caso Adelir" tem causado certo furor nas redes sociais, porque uma gestante foi obrigada por decisão judicial a ter seu filho por cesárea, quando insistia no parto normal. Eu tenho ainda muitas indagações jurídicas sobre esta decisão, mas, na época, me manifestei no Facebook a favor da parturiente, de que lhe devia ser garantido o direito de escolha. Meu post foi massacrado pela "comunidade médica do meu Facebook" e eu acabei deletando a minha opinião.
Agora, a polêmica retorna com um texto da Tati Bernardi (aqui), no qual ela diz não querer mais ver em sua timeline fotos de mulheres em partos vaginais. Para se referir à vagina, ela usa xota, xoxota, prexeca e aí vai. Afora o mau gosto na escolha das palavras (na minha humilde opinião), as redes sociais entraram em polvorosa porque, em tese, a moça se posicionou contra os partos vaginais e contra o compartilhamento destas experiências em fotos pra lá de explícitas.
E fica todo mundo em torno da vagina. Vagina isso, vagina aquilo, vagina, vagina, vagina. Mais parece um episódio de Fashion Police, rs (amo Joan Rivers).
Sério, por que a comediante não usa a palavra vagina? É vergonha? Medo? Banalização da parte? Se era para ficar engraçado, ficou é muito feio. Texto feio, banal, ridículo, sem função, sem graça. Ela não me pareceu contra o parto normal e nem machista, ela simplesmente chamou de banal ou desnecessário o compartilhamento deste tipo de imagem na internet. 
Pelo que entendi, ela acha a imagem tão "desnecessária" (no sentido de "too much information", se roubarmos a expressão do inglês) quanto eu acho das fotos compartilhadas de tortura de animais. E sabem o que eu faço? Uso a ferramenta do Facebook "Não quero ver isso". E sigo a vida.
A "moça" preferiu se valer de um jornal para se valer desta ferramenta. E o pior: ela foi paga para isto! Como tem gente ridícula neste mundo!
Vontade de encher a página dela com fotos de um momento tão maravilhoso como este que é o parto normal, que hoje é uma das maiores expressões do direito de escolha da mulher quanto ao seu corpo. Eu escolhi o que fazer com o meu corpo: ter minha filha pela vagina.
Viu, o Tati Bernardi, vagina, vagina, vagina, vagina!!!
#prontofalei

P.S. Eu acho super legal quem tem e compartilha fotos deste momento. DO MOMENTO. Eu não tive coragem, sou puritana, "cagona" (oops), podem até dizer.