21.5.15

BabyBum 2015

Oi pessoal, tudo bem?
Quem nos acompanha pelo Instagram já viu que fizemos um verdadeiro estrago na BabyBum de inverno deste 2015. É tanta coisa linda que às vezes você roda duas, três vezes no mesmo corredor para decidir onde parar e fuçar. Eu gosto muito de ter itens diferentes para a Beatriz e, este ano, queria comprar alguns presentes também. No ano passado, a experiência foi muito boa e eu quis repetir.
A feira aconteceu no mesmo local, entre os dias 13 e 16 de maio. Vou falar dos expositores que gostei e onde comprei, e devo ressaltar que a seleção é sempre ótima, da melhor qualidade. O ponto negativo: o serviço de valet, que foi caro (R$ 30), demorado e, digamos, de qualidade duvidosa... Explico: meu carro - reduto de uma roqueira bem exigente - voltou com o rádio sintonizado na Band FM... Cara, quem deu ordem? Uma coisa típica de SP, mas que me irrita profundamente.
Enfim, espero que melhorem na próxima edição.
Minha primeira parada foi obviamente na Laçaroty, loja da qual já sou "freguesa" há mais de dois anos. Além de laços grandes e alguns pequenos, arrematei um organizador/expositor de laços, que ficou LINDO no quarto da Bi.
Depois, fui na Duds BB, e comprei um macacão de gatinho para uma amiga minha. Na ChezMoi ChezToi, comprei as misturas para cookies três chocolates (que ficaram deliciosos) e para chocolate quente.
Conheci também a Jardim Mágico, com peças artesanais, e onde arrematei dois coletes de pele de carneiro, com forro estampado que pode ser usado como "frente" também (um deles é presente). Na Miss Cecile, uma blusa cinza com flores em veludo preto, extremamente fashion, foi minha escolha.
Na Taioca, comprei um blusão estilizado da Minnie, com capuz e tudo. Me apaixonei pelas fantasias da Caldo de Mãe, super confortáveis, e levei um vestido azul claro, com saia de tule, que serve para Cinderella e para Elsa. 
Sou super fã da Kaloré Arte e comprei um tangram de madeira (que meu super marido conseguiu montar ontem - eu, burra, não consegui) e um varal para fotos - de joaninha!
Expositores cujas peças me chamaram a atenção (mas não comprei porque realmente não precisava): Tote Design, com tendas para os quartos ou espaço de brincar dos pequenos (eu precisaria de um apê dez vezes maior, rs); Petit4you, bolsas de maternidade, malas, frasqueiras e organizadores de carrinho, com as estampas mais lindas que já vi; e Dani Fraiha, moda muito amor para os pequenos, mas que estranhamente tinha poucas peças do tamanho (nada petit) da Bibi. 

Eu gostei muito da feira e das coisas que comprei. Recomendo para quem procura fornecedores com produtos bem diferentes, não convencionais. 
Espero que tenham gostado! 
XO

3.5.15

Vida de mãe - doente

Oi pessoal, tudo bem?
Como sempre, eu acabo racionalizando tudo ou melhor, organizando as ideias surgidas num período esquisito para tentar que os erros jamais aconteçam de novo. Lógico que isto é quase impossível, porque a imprevisibilidade é da vida, e sem ela acho que as coisas seriam meio horríveis.
Penso que posso tirar algumas lições das últimas semanas para passar para vocês. Vamos lá.
Minha mãe sempre costuma dizer que "pior que filho doente e mãe saudável, é mãe doente e filho saudável". Eu sempre achei que ela estava exagerando e que não havia NADA pior do que filho doente. Mordam as línguas todas que não escutaram suas mães, eu inclusive. Eu já tinha ficado doente junto com a Beatriz, mas nunca, nunca, tinha ficado doente sozinha e, pior, com meu marido trabalhando 24 por 7.
Imaginem uma dor de garganta, que evoluiu para gripe e ocasionou um inchaço na lateral da minha cabeça e no meu rosto - a boa e velha íngua. Meu rosto ficou desfigurado, com a bochecha esquerda vermelha e gigante, como se eu estivesse queimada de sol ou exagerado no blush. 
Agora somem tudo isto à completa ausência de descanso, pois meu marido não podia mais ajudar (por conta do trabalho à noite e nos fins de semana), às parcas horas de sono e, ainda, à plena energia da pequena. Minha mãe se assustou quando me viu, e pouca coisa assusta a senhoura.
Podem me chamar de teimosa, mas odeio (e tenho pavor) de pronto-socorro, então prefiro ir ao médico de minha confiança e tentar lidar com a situação com antiinflamatórios, que já fizeram um ótimo efeito e vão me permitir trabalhar amanhã.
O que eu tenho a passar para vocês: enquanto estiverem saudáveis, mantenham-se assim. Façam seu check-up anual, comam direito, eliminem os industrializados e os junk-foods, incluam vegetais e frutas na alimentação. Evitem tomar leite e derivados, que aumentam as secreções. Invista num caldo caseiro de frango ou carne ou legumes. Eu sou particularmente contra as vitaminas, mas imagino que um Centrum de vez em quando ajuda a dar aquela energia extra.
Se o cansaço as abater, peçam ajuda. Mães, sogras, babás, amigas, vizinhas, para que você possa dormir e comer ou ir ao médico. Ao primeiro sinal de gripe, resfriado, virose, pare e se trate. Não deixe o negócio evoluir.
O principal: relaxe. Não deixe o stress te pegar, porque eu tenho certeza que o excesso de tarefas me consumiu muito e eu deixei, né.  
Estou chovendo no molhado? Sim, estou. Mas são coisas tão valiosas e acabamos deixando passar batido ao nos dedicarmos ao amor maior (nossos filhos). Não podemos esquecer de nós mesmas ou corremos o risco de não aproveitarmos os momentos porque ficamos doentes mais do que o esperado. Eu, por exemplo, transformei uma gripe em sei-lá-o-quê e sabe-se lá o que o médico vai dizer.
Espero que tenham gostado!
XO