1.2.13

Causa que apoio!

Se eu pudesse, eu faria um protesto lá em Brasília para mudarem a licença-paternidade. Cinco dias é uma fronta ao atual papel dos pais, que participam e são fundamentais em questões que antes eram só das mulheres (como a amamentação).

A minha bebê nasceu no feriado, o que significa que o feriado e o fim de semana "comeram" 3 dias da licença do meu marido, os quais foram gastos na maternidade. Depois, ele ficou segunda e terça comigo e voltou a trabalhar na quarta. Recebi visitas de parentes, mas ficava a maior parte do tempo sozinha :/. 

Sozinha, não. Acompanhada de todos os meus hormônios bem doidos...

Se você acha um absurdo estes cinco irrisórios dias, leia o belíssimo texto da Mariana Della Barba, chamado "Hora de agir para ampliar a (vergonhosa) licença-paternidade no Brasil". Eu concordo com cada palavra e apoio! Vou transcrever um trecho para inspiração:

"Um mês para te apoiar, seja na questão física ou emocional: para ficar com o bebê enquanto você dorme um pouco ou toma um banho tranquila; para te pegar água naquelas horas de sede durante a amamentação; para cuidar dos "pepinos" da casa e você não ter que se preocupar com isso - e poder focar só no seu recém-nascido."

XO

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